Na busca por uma saúde otimizada, a suplementação de vitaminas tornou-se comum, mas a ciência nos mostra que o excesso ou a falta de critério pode ser tão prejudicial quanto a deficiência. Como pesquisador na área da saúde, defendo que a dosagem de vitaminas deve ser estritamente personalizada, baseada em exames bioquímicos e sinais clínicos.
Além do Multivitamínico: A Nutrição de Precisão
Diferente de uma abordagem genérica, a nutrição funcional e científica foca na biodisponibilidade. Não basta ingerir o nutriente; o corpo precisa ser capaz de absorvê-lo e utilizá-lo de forma eficiente.
Alguns pontos críticos na dosagem atual incluem:
Vitamina D: Muito além da saúde óssea, atua como um pré-hormônio no sistema imunológico.
Complexo B: Fundamental para o metabolismo energético e saúde cognitiva, especialmente em dietas restritivas ou pacientes com alta carga de estresse.
Vitamina B12: Sua dosagem é crucial para pacientes vegetarianos, idosos ou aqueles com alterações na microbiota intestinal.
Riscos da Suplementação sem Orientação
A automedicação com vitaminas pode mascarar sintomas de doenças subjacentes ou causar toxicidade (hipervitaminose). A dosagem correta considera:
Exames de Sangue Recentes: Para identificar níveis séricos reais.
Interações Medicamentosas: Algumas vitaminas podem anular ou potencializar o efeito de remédios.
Etapa de Vida: Atletas, gestantes e idosos possuem demandas biológicas completamente distintas.
Conclusão
O equilíbrio nutricional é alcançado quando unimos a ciência da nutrição com a realidade metabólica de cada indivíduo. Se você busca performance física ou melhora na qualidade de vida, o primeiro passo é uma avaliação criteriosa das suas necessidades vitamínicas.


